Skip to content Skip to footer

Não é falta de leads. É falta de sistema.

É comum ouvir “precisamos de mais leads”, quando na prática o problema está em como as leads atuais são tratadas. Sem um CRM bem configurado, cada contacto novo é uma oportunidade que se perde em e‑mails, mensagens e folhas de cálculo. O marketing trabalha para encher o balde, mas o balde está cheio de furos.​

Um CRM pensado como “painel de controlo” muda este jogo. Cada lead entra com contexto (de onde veio, o que viu, em que etapa está), recebe follow‑ups automáticos, lembretes e mensagens alinhadas com a oferta. A equipa passa a ver o funil de forma visual: quantos entraram, quantos estão parados, onde se está a perder mais dinheiro. A partir daí, decisões deixam de ser “achismos” e passam a basear‑se em dados.​

Quando o CRM está integrado ao trabalho de anúncios e conteúdos, o impacto multiplica‑se. Um anúncio deixa de ser só um clique caro: abre a porta a uma sequência de toques ao longo de dias ou semanas, até que o lead esteja pronto para decidir. Ao mesmo tempo, ficam registadas todas as interações – o que facilita aprender com o que funcionou, replicar padrões e evitar repetir erros.​

No limite, o CRM deixa de ser “uma ferramenta a mais” e passa a ser algo difícil de abandonar. É ali que vivem os contactos, as conversas, as propostas, os resultados de cada campanha. Quem constrói esta base não está apenas a melhorar o marketing de hoje; está a criar um ativo que aumenta o valor do negócio a médio e longo prazo

Leave a comment